E quando já muitos duvidavam se esta dança do "chama tu o FMI, ah e tal não posso chama tu" iria terminar, eis que uma "pequena" pressãozinha de Bruxelas e Sócrates foi "obrigado" a chamar the big guys with the money. Pois é amiguinhos, O FMI vem aí!!
Agora segue-se um longo período de negociações com a oposição, e o meu medo é de que nem pelo bem maior que é salvar Portugal aquelas criaturas deixem zaragatas pessoais e se unam na nossa salvação! Não...a luta é pelo poder, a sede que cada um dos líderes de cada partido têem por chegarem à frente dos destinos de Portugal, mas sem nunca sequer se importarem no que realmente podem fazer para nos tirar deste poço que teima em ser cada vez mais fundo...e do qual sem entedimento político nem o FMI nos vai tirar!
A questão que paira agora no ar é: FMI ou FIM??
E eu não sei se quero ficar aqui à espera da resposta...
domingo, 10 de abril de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011
A um pequeno passo de «lixo»
E agora, apoiantes da queda do governo, onde andam vocês? escondidos em casa a verem o nosso país cair?
É tanta a dor ao ver como Portugal desce degrau a degrau ao Inferno. E custa ainda mais ver que nenhum dos partidos, nem o Governo demssionário, está interessado em mais do que fazer prevalecer as suas "guerrinhas políticas" enquanto que lentamente nos afundamos.
E a vergonha que eu tenho às vezes de pertencer a um país onde mandam pessoas assim...
É tanta a dor ao ver como Portugal desce degrau a degrau ao Inferno. E custa ainda mais ver que nenhum dos partidos, nem o Governo demssionário, está interessado em mais do que fazer prevalecer as suas "guerrinhas políticas" enquanto que lentamente nos afundamos.
E a vergonha que eu tenho às vezes de pertencer a um país onde mandam pessoas assim...
quarta-feira, 23 de março de 2011
E aos vinte e três dias do mês de Março, Portugal parou
Nada mais me parece tão pertinente como tema para a minha primeira "nota à deriva" do que a situação que se desencadeou esta tarde/noite.
Hoje o país sai à rua para "festejar" (?!) a demissão do Primeiro-Ministro e respectivo Governo. AS PESSOAS ESTÃO NA RUA A FESTEJAR COM BUZINÕES E VUVUZELAS O FACTO DE SERMOS UM PAÍS LITERALMENTE À DERIVA. Sou só eu que não acho isto normal??
Esta gente que hoje sai à rua devia ter vergonha na cara. Festejar o quê? A iminência da entrada do FMI? A mais que provável bancarrota? A venda de tudo o que tenha o rótulo "ministério público", quer seja o metro de lisboa ou as simples cadeiras onde todos os dias milhares de funcionários públicos pseudo-trabalham? Estas medidas que todos reclamam agora vão parecer cócegas ao pé do que aí vem.
Ninguém vê isso agora, ou poucos são os que têem o discernimento de entender que o pior está bem longe de ter passado. Agora, celebra-se a saída de um "governo mentiroso, incompetente, traiçoeiro", tudo o que lhe quiserem chamar. Mas não entendem que quem fica a perder somos nós? Sem Governo, sem (ainda mais) credibilidade, e pior, sem alternativas viáveis! Porque sim, eu tirei uma tarde do meu tempo precioso a ouvir intervenção após intervenção da oposição, que decidiu focar-se em ataques pessoais e demagogias em vez de oferecer alguma esperança ao país com propostas construtivas e, sobretudo, REALISTAS. Mais uma vez este debate não fugiu à "palhaçada" a que já estamos habituados. Um país cheio de manifestantes, mas estéril em ideias que mudem mentalidades e façam Portugal "andar prá frente" e chegar onde o seu potencial lhe permitiria estar. E a mim, isso só me deixa triste.
Não quero entrar em politiquices até porque a política não me diz respeito. Para mim sempre esteve e sempre estará unicamente em mente a estabilidade económica e não se esta é obtida por determinado partido. Porque é isso que importa: algo ser feito, e não quem o faz.
O país hoje festeja com pompa e circunstância a queda de um dos Governos menos amados de sempre. Eu? Eu choro o futuro próspero que acabou de me ser roubado.
E o medo que eu tenho do dia de amanhã...
Hoje o país sai à rua para "festejar" (?!) a demissão do Primeiro-Ministro e respectivo Governo. AS PESSOAS ESTÃO NA RUA A FESTEJAR COM BUZINÕES E VUVUZELAS O FACTO DE SERMOS UM PAÍS LITERALMENTE À DERIVA. Sou só eu que não acho isto normal??
Esta gente que hoje sai à rua devia ter vergonha na cara. Festejar o quê? A iminência da entrada do FMI? A mais que provável bancarrota? A venda de tudo o que tenha o rótulo "ministério público", quer seja o metro de lisboa ou as simples cadeiras onde todos os dias milhares de funcionários públicos pseudo-trabalham? Estas medidas que todos reclamam agora vão parecer cócegas ao pé do que aí vem.
Ninguém vê isso agora, ou poucos são os que têem o discernimento de entender que o pior está bem longe de ter passado. Agora, celebra-se a saída de um "governo mentiroso, incompetente, traiçoeiro", tudo o que lhe quiserem chamar. Mas não entendem que quem fica a perder somos nós? Sem Governo, sem (ainda mais) credibilidade, e pior, sem alternativas viáveis! Porque sim, eu tirei uma tarde do meu tempo precioso a ouvir intervenção após intervenção da oposição, que decidiu focar-se em ataques pessoais e demagogias em vez de oferecer alguma esperança ao país com propostas construtivas e, sobretudo, REALISTAS. Mais uma vez este debate não fugiu à "palhaçada" a que já estamos habituados. Um país cheio de manifestantes, mas estéril em ideias que mudem mentalidades e façam Portugal "andar prá frente" e chegar onde o seu potencial lhe permitiria estar. E a mim, isso só me deixa triste.
Não quero entrar em politiquices até porque a política não me diz respeito. Para mim sempre esteve e sempre estará unicamente em mente a estabilidade económica e não se esta é obtida por determinado partido. Porque é isso que importa: algo ser feito, e não quem o faz.
O país hoje festeja com pompa e circunstância a queda de um dos Governos menos amados de sempre. Eu? Eu choro o futuro próspero que acabou de me ser roubado.
E o medo que eu tenho do dia de amanhã...
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